sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Atividade 3.2

Após o levantamento de dados a respeito das ações e projetos realizados na escola de Ensino Médio José Gurgel Rabello, observamos que não foram todas as ações que tiveram continuidade, devido a falta de estabilidade dos professores numa única escola.  Contudo, resolvemos citar apenas as que foram realizadas este ano. Foram realizados feiras de ciências e química bem como um sarau de Língua portuguesa. Todos estes projetos tiveram participação da escola e comunidade.
Todos os trabalhos foram desenvolvidos a partir de estudos realizados pelos alunos com orientação de um professor da área correspondente a sua pesquisa, esses estudos foram construídos com finalidades de solucionar alguma problemática que existe na comunidade. Essa ação é interessante, pois os alunos buscam o conhecimento que irá ter impactos na comunidade; os resultados foram apresentados em uma data determinada, onde os trabalhos ficaram expostos para os demais alunos e para a comunidade. O principal fator que poderia ser aprimorado seria a forma de como será dado a continuidade dos projetos apresentados.


quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Atividade 3.3 - Buscando Pontes de cooperação com a comunidade.

A escola de ensino médio (local em que eu trabalho), infelizmente é muito carente com relação a programas de apoio para os jovens. Até onde sei não há nenhuma instituição parceira da escola que vise melhorar e ajudar os problemas sociais, por exemplo, dos alunos. Este ano realizou-se um projeto por nome de “Não a Violencia” em que o objetivo principal é conscientizar os jovens a não praticarem os atos de violência na escola e em sociedade.
Existe em outras escolas da cidade um programa chamado proerd que é o programa educacional de resistência às drogas, mas infelizmente este, não abrange o ensino médio.  O Programa consiste em uma ação conjunta entre as Policias Militares, Escolas e Famílias, no sentido de prevenir o abuso de drogas e a violência entre estudantes, bem como ajudá-los a reconhecer as pressões e as influências diárias que contribuem ao uso de drogas e à prática de violência, desenvolvendo habilidades para resisti-las.
Obs( caso os colegas conheçam algum programa ou projeto que vise interagir escola e comunidade, na cidade de Feijó, por gentileza, façam comentários. Tendo em vista que eu conheço pouca coisa na cidade, posso está equivocada.)


terça-feira, 16 de dezembro de 2014

ATIVIDADE: 3.1 - Diretrizes da Escola Diretrizes da Escola frente ao uso das Mídias Sociais

ESCOLA POLO: JOSÉ GURGEL RABELLO – FEIJÓ
PROF. FORMADOR: FRANCISCO VALDEMIR T. DA SILVA
CURSISTAS: SANDRA SANTOS, JOSÉ ADECARLOS, Aucirley E FERNANDO
UNIDADE: 3 - ATIVIDADE: 3.1

O desafio de apresentar uma proposta que viabilize a utilização do uso das mídias sociais e do telefone celular na escola nos fez refletir como atingir um consenso entre as partes que viabilizasse essas possibilidades.
O primeiro passo foi procurar saber o que pensa o aluno, visto que a maior polêmica consiste na proibição do celular em sala de aula.
Para que pudéssemos apresentar  uma proposta coerente e de acordo com as partes, elaboramos um questionário com perguntas que nos revelasse a opinião dos alunos sobre o uso das mídias sociais e do telefone celular na escola, propusemos que eles não só expressassem suas preferências como também apresentassem sugestões  de como poderiam ser utilizados, enfim  os motivamos a questionar,  manifestarem seus anseios e apresentarem soluções para o problema. Os questionários foram aplicados por amostragem  de forma aleatória, sempre procurando manter o quantitativo de três por sala de aula, as responsáveis pela aplicação foram as professoras componentes do grupo.
Encerrada a aplicação, o grupo se reuniu e analisou as respostas dos alunos, a partir de então passamos a redigir a proposta que se encontra a seguir.  
O primeiro passo é que cada professor tenha como objetivo planejar suas ações de acordo com as necessidades e realidades dos alunos e para tanto deve conhecê-los, procurar saber o que eles sabem e o que querem. Essa é uma das queixas dos alunos pesquisados, mostram-se contrariados pela forma como a escola proíbe atitudes relacionadas ao uso de tecnologias que são hábitos normais no seu cotidiano. O que sugere uma nova postura da escola a fim de tornar possível, interessante e significativo o trabalho em nossas salas de aula, incorporando constitutivamente as diversas tecnologias ao currículo. Aliar aos saberes tecnológicos de nossos alunos experiências sobre modos de ler, escrever e participar de situações de comunicação, por vezes bem distintas das vivências no espaço físico da sala de aula. O ”saber fazer” de nossos alunos pode, inclusive, ajudar a romper de vez a tradicional relação de saber/poder entre professor e alunos, com vistas à construção de um legítimo espaço colaborativo, onde todos podem assumir papéis de destaque.
O mundo virtual pode e deve integrar nosso fazer na escola, se os alunos utilizam celulares nas aulas, com fones para, talvez, ouvir músicas, vamos incorporar o uso do celular como ferramenta de pesquisa, investigação e aprendizado! Se eles dominam a tecnologia, que tal uma parceria para um projeto sobre jornal (que reúne uma variedade de gêneros), por exemplo, iniciando pela discussão sobre as relações entre diferentes versões impressas e digitais, de forma a favorecer a produção de um jornal digital dos alunos? Se gostam e entendem tanto de tecnologia, por que não pensar em um blog, no qual todos os alunos teriam condição de publicar diferentes textos, em função de variados assuntos e áreas disciplinares, com espaço para troca de opiniões e frequente construção de conhecimentos?
Outra questão geradora de controvérsias é o fenômeno do facebook, não há como a escola ignorá-lo nem tão pouco proibir, pois a maioria dos estudantes usa como forma de comunicação com os amigos, sem contar que a maior parte do tempo que eles passam na internet é fazendo uso dessa ferramenta, o que a escola precisa fazer urgentemente é orientá-los para a utilizá-lo de forma produtiva e para que isso seja possível é essencial que o professor tenha domínio das dinâmicas comunicacionais da cibercultura, principalmente no que se refere a interação e a colaboração entre os internautas.
Para que as mídias sociais seja um instrumento de educação e cidadania é preciso definir e discutir entre as partes, aluno/professor, as formas adequadas para utilizá-las. Cabe ao professor fundamentar os conceitos necessários para que o aluno possa aprender a lidar com a  imensurável quantidade de informações. Os professores têm que começar a criar mecanismos de construção conjunta, de maneira que eles possam criar e interpretar os conteúdos de forma coletiva. As redes sociais online tornam o processo educativo mais ágil e flexível, mas, acima de tudo, é o educador que deve estudar e escolher qual plataforma pode ser mais útil e melhor para ser utilizada de acordo com o conteúdo proposto.
Diante do exposto fica claro que inserir as mídias no espaço escolar é extremamente desafiador, gerando conflitos e construções dialéticas extremamente complexas, mudando opiniões, construindo novos saberes, portanto cabe a escola oferecer condições físicas e materiais de acesso aos ambientes virtuais e aos educadores assumir um papel ativo, demonstrando conhecimento e por isso autoridade, e não autoritarismo, para auxiliar o educando neste processo de maneira que ele possa analisar de forma crítica e criteriosa, as informações que são lançadas sobre ele.


domingo, 16 de novembro de 2014

ATIVIDADE 1.6 - LIDANDO COM OS ERROS E COM A DIVERSIDADE

A música dar a ideia de que todo ser humano tem defeitos e dificuldades, até uma bailarina de verdade. Acostumar-se com essas imperfeições que faz parte de cada ser como pessoa única e adaptar ao cotidiano, é essencial, pois basta lembrar que essa diferença, é peculiar de cada pessoa, é o que chamamos de diversidade. Aprender a lidar com os erros e com a diversidade, não está presente em nenhum currículo de algum curso, seja ele acadêmico ou não. No dia a dia, a aprendizagem se dar através de erros e acertos. Cabendo aos professores, ser flexíveis e com capacidade  de lidar com diferentes situações e pessoas que possuem vantagem em relação aos demais, pois sabemos que uma pessoa aprender diferente da outra
Para tanto, devemos adotar um clima de permissividade para aceitação ideal que facilita a aprendizagem. Se nós professores aceitarmos os alunos, tais como eles são, permitindo-lhes expressar livremente seus sentimentos e atitudes, sem condená-los nem julgá-los, criaremos uma atmosfera relativamente livre de tensões emocionais durante as aulas. E as consequências desse fato, serão bem diferenciadas daquelas que são obtidas quando não existem tais condições.

 

 

 


 

sábado, 1 de novembro de 2014

Atividade 1.4 REFLEXÃO SOBRE CENÁRIO DE MUDAÇAS

Na sua opinião, de que forma mídias como televisão, jogos e Internet, modificaram as formas de agir e pensar de crianças e jovens da atualidade?

A comunicação midiática modifica intensamente a maneira de agir e pensar não só das crianças e jovens da atualidade como do ser humano em geral. Embora as crianças e jovens sejam os alvos mais fáceis de serem atingidos, por não terem ainda, discernimento da realidade.
Na maioria das vezes, a mídia retrata uma realidade não acessível para a grande maioria das pessoas e isso pode fazer do ser humano um ser frustrado e na busca incessante daquilo que não tem.

 Quais as implicações dessas mudanças na relação com as gerações anteriores (pais, educadores)?
Sem dúvidas isso implica nos conflitos entre as gerações, uma vez que, gerações anteriores não compreendem essa busca frenética dos recursos tecnológicos por parte das crianças e dos jovens.

 Como você percebe que essas mudanças estão a impactar o cotidiano das nossas escolas?
Essa mudança causa um grande impacto na sala de aula, pois nossos alunos se interessam pelo diferente, pelas aulas com tecnologias diferenciadas e nem todos nossos professores conseguem se preparar para isso. Assim chega-se o conflito também em sala de aula.


Atividade 1.1 A imagem na Escola


Quais mensagens essas imagens transmitem a cerca do Papel do professor e do estudante?
2- Qual a proporção de imagens que apresentam uma cena tradicional de professor transmitindo informações? 
3- Qual a proporção de imagens onde o aluno tem um papel passivo de apenas ouvir, copiar e exercitar?

De acordo com as imagens e com as indagações acima, podemos perceber que a relação professor-aluno é de suma importância para o aprendizado. A relação educador/educando não deve ser uma relação de imposição, mas sim, uma relação de cooperação, de respeito e de crescimento. O aluno deve ser considerado como um sujeito interativo e ativo no seu processo de construção de conhecimento. Assumindo o educador um papel fundamental nesse processo, como um indivíduo mais experiente. Por essa razão cabe ao professor considerar também, o que o aluno já sabe, sua bagagem cultural e intelectual, para a construção da aprendizagem.
O professor e os colegas formam um conjunto de mediadores da cultura que possibilita progressos no desenvolvimento da criança. Nessa perspectiva, não cabe analisar somente a relação professor-aluno, mas também a relação aluno-aluno.
É notório em algumas imagens acima que o professor comporta-se apenas como um mero transmissor de conhecimentos, ignorando a opinião dos alunos. Evitando desta forma, a construção do conhecimento mútuo.

Em outras imagens podemos perceber a interação de ideias, onde o professor questiona e os alunos expõem seus conceitos e definições a respeito dos conteúdos. Isso faz com que o aprendizado flua de maneira significante.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Evasão escolar


                                      
A evasão escolar

A evasão escolar é um fator que vem aumentando a cada dia no nosso país.
Há algumas décadas atrás, uma das principais causas para a evasão escolar era o trabalho infantil. Hoje este resultado mudou de patamar, pois hoje o governo federal paga as pessoas para estudarem, e ainda assim, a evasão escolar aumenta a cada dia.
Podemos considerar diversos fatores para a evasão escolar, dentre eles a desestruturação familiar, a preguiça, o consumo de drogas e a falta de recursos pedagógicos que incentive os alunos a motivarem-se a estudar.
Apesar dos diversos programas de incentivo a educação criado pelo governo federal, os números de alunos desistentes ainda são alarmante. Atualmente, existem programas que oferecem uma bolsa financeira para incentivar a permanência dos alunos nas escolas, porém, ainda assim, a evasão escolar permanece.
Diante desta situação implico na questão: Quais as principais causas da evasão escolar?
Na verdade existem inúmeros fatores que contribuem para esta ocorrência. Dentre eles está a desestruturação familiar. Em quase todas as escolas que se vá hoje, observa-se que em todas as turmas quase 60% dos alunos são filhos de pais separados, que não têm uma renda fixa, às vezes não tem uma casa para morar. Outras vezes os pais não incentivam os filhos a freqüentar a escola.
Isso é um dos fatores que mais prejudica o crescimento da educação no nosso país, pois a família é a base para qualquer ciclo da vida. Se esta base principal se desestrutura, consequentemente todos os demais fatores se afetam.
A família tem um papel fundamental no desenvolvimento educacional dos filhos. Pois às vezes a escola faz sua contribuição na educação do aluno, poré, a família desse aluno não colabora para que o mesmo tenha um pensamento crítico de sua vida futura. Há uma importância muito grande na presença dos pais na vida escolar dos filhos.
Outro fator contribuinte para a evasão escolar é o consumo de drogas. Apesar das diversas campanhas existentes ao combate as drogas, no entanto, o número de crianças viciadas em drogas aumenta cada dia. Este, além de ser um dos principais fatores da evasão escolar também muitas vezes é uma conseqüência da desestruturação familiar.
Sabemos que muito se diz que o consumo de drogas só diminuirá no Brasil, quando o índice de educação aumentar. Porém, isto, é um fator muito relativo, pois hoje vemos jovens de classe média alta que não conseguiram terminar o ensino médio.
Outro fator que tem contribuído para a evasão escolar são a falta de recursos didáticos que desperte no aluno interesse pelo o ensino aprendizado. Durante as observações de estágio supervisionado que realizei em várias escolas de ensino fundamental II, constatei que as escolas não disponibilizam recursos didáticos que incentive os alunos a participar das aulas.
As escolas que observei não possuem uma estrutura física adequada para serem ministradas aulas específicas de várias disciplinas, como por exemplo, as aulas de artes. Além das escolas não terem uma estrutura adequada os professores não procuram utilizar os recursos naturais existentes na região para explorar suas aulas.
Dessa forma, A falta de recursos didáticos numa escola além de colaborar para a evasão escolar, colabora também para o baixo rendimento de notas, dificuldades para os alunos desenvolverem suas habilidades, os professores se sentem desmotivados, em fim, são inúmeros aspectos que prejudicam o ensino aprendizagem em geral.
Este é um problema que muitas vezes afeta até o meio social do aluno, pois sabemos que muitos alunos já não têm um apoio educacional na família e quando chegam à escola se deparam com a falta de recursos didáticos que os chamem a atenção ou que os motivem a frequentar à escola, isso acaba gerando uma evasão escolar e futuros problemas sociais.
Acredito que o aluno precisa ter certeza de que a escola é o lugar onde ele vai ter a liberdade de expressar suas idéias, onde ele vai adquirir um respeito e principalmente a escola deve ser a fonte de motivação para o aluno. Costumo comparar a escola com a base familiar, pois assim como os pais precisam dar bons exemplos para seus filhos, a escola precisa de inovações que possa atrair o aluno a ter entusiasmo pelo ensino.
O aluno precisa de motivações para continuar obtendo interesse pelo ensino. É na escola que o aluno precisa desenvolver sua consciência crítica para poder ser capaz de entender a sociedade que o rodeia e atuar sobre ela para transformar-la. Para o artista expressar suas críticas a educação não pode basear-se nos meios e métodos tradicionais. Por isso, a relação da escola com a sociedade faz surgir um diálogo que conduz o aluno ao descobrimento de seu contexto social.
A escola possui um papel fundamental na transformação da sociedade. E esse papel tão ignorado hoje pelas escolas precisa ser posto em prática de maneira em que a educação seja parte integrante e indispensável neste processo. Esta tal educação precisa ser de forma igual sem divisão de classes dominantes.
O que percebe-se são divisões de classes dentro da própria escola, pois as pessoas com um poder aquisitivo mais elevado têm um acesso educacional mais freqüente, enquanto que as classes menos favorecidas usufruem de uma péssima qualidade de ensino. Esses fatores são as escolas que precisam mudar. E só conseguirão mudar tais aspectos quando a própria escola aderir a um ensino de qualidade que incentive os alunos.